
Corre, selvagem
Pelos limites do vento
Ninguém te pode reter...
Enceta os caminhos
Dos meus olhos gaiatos
No teu corpo suado.
-potro nervoso
que acalento e amo
neste prado verde
onde, exausto, te refugias...
Sou poetisa do Porto e o Porto é a minha cidade. Os textos aqui recolhidos retratam vários sentires e dizeres em tempos e espaços. Alguns encontram-se publicados.
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